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Meta relata luta contra grupos de trolls russos e hackers

Por Da Redação

04/08/2022 às 20:38:34 - Atualizado há

A Meta, empresa dona do Facebook, compartilhou nesta quinta-feira (4) o relatório trimestral no qual mostra detalhadamente as ações que tomaram contra um grupo de trolls, contas falsas e hackers.

O grupo de trolls é formado por russos que tentaram criar o movimento de apoio à guerra que está acontecendo entre a Rússia e a Ucrânia. Esses russos criaram contas no Facebook e no Instagram para publicar comentários a favor do país natal nas publicações de veículos oficiais da mídia e até mesmo dos criadores de conteúdo.

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A Meta conseguiu remover 1.037 contas falsas do Instagram e 45 contas desse grupo no Facebook. A empresa relacionou os donos das contas ao grupo conhecido como “Cyber Front Z”. A Agência de Pesquisa da Internet, que é um grupo famoso de trolls da Rússia que já tentou influenciar as eleições americanas de 2016, possui pessoas que também estão ligadas a essas contas removidas.

No passado, grupos de defesa criticaram a Meta pela demora em combater esse tipo de ameaça virtual e a atitude que a Meta teve desta vez demonstra o empenho da empresa em destruir as ameaças à cibersegurança.

O grupo dos trolls fez uso do Telegram, aplicativo de mensagens, para organizar suas forças e focá-las nas outras redes sociais, como o TikTok, o Twitter, Linkedin e YouTube. De acordo com a Meta, o grupo tentou criar uma imagem falsa sobre seus esforços estarem sendo bem sucedidos, mas na verdade não estavam fazendo um bom trabalho.

A empresa acrescentou ao relatório informações sobre as medidas contra dois grupos de hackers no sul da Ásia. Um deles é o Bitter APT que mirava na Índia, Nova Zelândia, no Paquistão e no Reino Unido.

meta facebook tokens
Imagem: Rokas Tenys/Shutterstock

Meta é processada por coletar dados de saúde para publicidade direcionada

A Meta, o UCSF Medical Center e a Dignity Health Medical Foundation estão sendo processados nos Estados Unidos por coletar ilegalmente informações de saúde dos pacientes. A ação coletiva, no Distrito Norte da Califórnia, alega que os dados era secretamente coletados para publicidade direcionada.

A denúncia afirma que os sites de 33 dos 100 principais hospitais norte-americanos, além de portais de sete sistemas de saúde protegidos por senha, incluindo os do centro e da fundação processados, tinham a ferramenta de monitoramento Pixel, da Meta.

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Fonte: https://olhardigital.com.br/
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