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Aos 80 anos, percussionista Airto Moreira volta ao começo e solta a voz no álbum 'Eu canto assim'

Por Da Redação

13/10/2021 às 00:30:46 - Atualizado há

Nessas boates, além de se exercitar no ofício de baterista, Airto Guimorvan Moreira soltava a voz como crooner. É esse lado ainda pouco conhecido do artista octogenário que Airto revive no disco editado pelo selo Ars Magna.

Com arranjos criados pelo pianista David Sartori e pelo contrabaixista Thiago Duarte, sob a direção musical de Flora Purim, Airto dá voz no disco a nove músicas, quase todas lançadas nas décadas de 1950 e 1960, sem deixar de tocar a bateria e a percussão que lhe consagraram em âmbito mundial.

Capa do álbum 'Eu canto assim', de Airto Moreira

Divulgação

A seleção de repertório do álbum Eu canto assim inclui Canção dos olhos tristes (Tito Madi, 1961), As praias desertas (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958), A noite do meu bem (Dolores Duran, 1959), Cadeira vazia (Lupicínio Rodrigues e Alcides Rodrigues, 1950), Canção que morre no ar (Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli, 1960), Ilusão à toa (1961), Quem há de dizer (Lupicínio Rodrigues e Alcides Gonçalves, 1948), Encontro com a saudade (Billy Blanco e Nilo Queiroz, 1960) e Molambo (Jayme Florence e Augusto Mesquita, 1953).

Reminiscência do baterista jovem que soltava a voz na intimidade das boates, o álbum Eu canto assim é o primeiro disco de Airto Moreira desde Aluê (2017), primeiro álbum solo gravado pelo artista no Brasil.
Fonte: https://g1.globo.com/
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