23 de abril de 2022

Feriados, fim da pandemia e outros pitacos

Por Da Redação

27/04/2022 às 11:31:42 - Atualizado há

"Os abusos são todos compadres uns dos outros, e vivem da proteção, que mutuamente se prestam". Rui Barbosa

Amigos e amigas, feriado prolongado de novo. Para uns. Para outros, trabalho. E assim vamos tocando a vida.

Tiradentes já falava em fazer deste país uma grande nação ainda no século 18, influenciado que foi pelas ideias da época, com a independência de países como os Estados Unidos. Conspirou contra a coroa portuguesa e por isso foi morto. Hoje, é considerado herói nacional.

Mas esta grande nação idealizada por ele e por tanta gente até hoje patina. Tivemos bons e maus momentos. Atravessamos um período muito difícil atualmente. Mas novos horizontes pintam por aí.

A pandemia, por exemplo, vem dando uma trégua. O ministro da Saúde até disse que vai extinguir o estado de emergência, mas autoridades da área dizem que é preciso um período de transição. Não pode ser nada de forma abrupta. Até porque a pandemia não acabou. Morre gente ainda todos os dias.

Graças a Deus e à ciência nossa cidade vem registrando índices baixíssimos de contágio e, melhor ainda, nenhum caso grave ou que necessite ao menos de internação em enfermaria. Tomara que continua daí pra melhor.

Mas, se a covid-19 tende a deixar o estado de pandemia, a dengue, uma doença endêmica, continua seu ciclo. Esta costuma ser a época do ano em que mais se registram casos. A cada 2 anos, em média, sempre temos novos surtos.

A diferença da dengue para a covid-19 é que a primeira é muito mais fácil de evitar, pois é transmitida por um mosquito que só se reproduz em água parada. Se cada um fizesse a sua parte, poderíamos ter muito pouco casos da doença.

Só que a dengue tem uma trágica semelhança com a covid-19. Ambas matam. Por isso, faça sua parte, elimine os criadouros. Cinco a dez minutos por semana verificando quintal, calhas, reservatórios de água atrás da geladeira e até tampinhas de garrafa jogadas, acaba quase 100% com o mosquito.

Mas não adianta a gente cuidar dentro de casa se os sujismundos continuam jogando lixo e todo tipo de material em beira de estrada, em terreno baldio. Depois que ficar doente não adianta reclamar com a Prefeitura.

Aqui na terrinha, depois da fase mais aguda da pandemia, os clubes voltam a ter movimentação, com seus jogos de beach tennis (a nova moda), futebol e encontros com os amigos. Muito bacana.

Além dos clubes, praças, barzinhos e restaurantes, está chegando a vez da nossa famosa e querida quermesse de Santa Rita de Cássia.

Quem vai à missa ou passa pela praça já nota todo o trabalho e a estrutura da festa que faz a nossa alegria e a de milhares de visitantes no mês de aniversário de Santa Rita.

Acreditamos ser estes momentos que nos motivam para o trabalho do dia a dia. Uma vida retornando ao normal, na medida do possível, resgatando nossas tradições e a convivência em sociedade. Precisamos valorizar isso de agora em diante.

E o nosso futebol, hein? Agora pegou a onda de torcida única. Aqui em São Paulo clássicos só com uma torcida. A moda que começou com o Palmeiras, no ano passado, pedindo torcida única contra o Flamengo, recebeu o troco na última quarta-feira.

Em Santos, no domingo, o pau quebrou em um dos jogos mais eletrizantes do século. Isso mesmo, Santos x Coritiba, pela segunda rodada do Brasileirão, e o pau comeu nas redondezas da Vila Belmiro. Resultado, Coritiba e Santos em jogo válido pela Copa do Brasil na última quarta-feira, torcida única.

O que tudo isso pode nos dizer? Pandemia, mortes, reclusão e de nada adiantou. O bicho homem precisa muito ainda de educação, de aprender a respeitar os outros, as diferenças. Briga entre torcidas por causa de um jogo de futebol? Ah, dá licença...

Fim dos tempos? Não sei ainda. Mas a convivência está muito complicada. E esse período pandêmico, ao invés de melhorar as relações, parece que complicaram ainda mais. Estão todos mais radicais, mais sem paciência, sem empatia. Que coisa...

E o Arthur do Val, o Mamãe Renunciei, o novo na política, o sabe tudo? Com medo de ser cassado, renunciou ao cargo. O velho jeitinho para o novo. Já vai tarde. Mas não me surpreenderia se, mantendo os direitos políticos, consiga se eleger novamente.

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